FIM DO EMPREGO

No início do século XXI, junto à ESAMC Sorocaba, visitei muitas escolas da Região Metropolitana de Sorocaba divulgando a ESAMC e palestrando sobre o assunto: Desafios para o Século XXI.

Um dos temas que abordava era a diferença de Emprego e Empregabilidade, e já falava que o emprego, como conhecemos hoje (na época, anos de 2001 à 2008) deverá morrer no século XXI.

Hoje (2016) entendo que morrerá muito antes do término do século atual.

Nas palestras, explicava que no século XX as pessoas se formavam em uma determinada área e trabalhavam 30 ou 40 anos na profissão e se aposentavam fazendo quase a mesma coisa, e era comum colocarem seu diploma em um quadro e fixarem na parede como “status” e diziam: Sou formado, nunca mais piso em uma escola. Vou aposentar e o Governo cuida da minha velhice.

No contraponto dizia, nas palestras, que no século XXI o diploma por si só não garante a empregabilidade, e sim o conhecimento, portanto vocês, alunos, não sairão dos bancos escolares: bacharelado, pós, especializações, mestrado, doutorado, enfim, estudar….

Também dizia que o Governo “Papai” terminará, então, cuidem de sua aposentadoria e da saúde, pois o sistema atual não se sustenta, e dias virão que não haverá dinheiro para pagar os aposentados, por isso pago aposentadoria privada.

Atualmente (2016) o grande desafio do governo é promover a reforma da Previdência e da CLT.

Lendo o artigo do Jeff Weiner, CEO do LinkedIn (link abaixo) com a afirmação de Elon Musk (um dos grandes visionários da atualidade), conclui-se que o grande desafio dos governos, a partir de agora, será como sustentar uma massa de pessoas que perderão o emprego em função da tecnologia.

A partir do anos noventa do século XX, quando a reengenharia transformou as indústrias através da automação (informatização e robotização), muitos empregos da indústria foram substituídos pelos empregos nos serviços. Atualmente a automação está também substituindo empregos em serviços, que está entrando em estagnação.

A pergunta que nos incomoda: “Onde irão trabalhar, e garantir seu sustento, tantas pessoas? principalmente os sem qualificação profissional?

Está ai uma preocupação para os sociólogos, economistas, políticos, cientistas sociais e principalmente para os administradores.

Caros alunos, por ora minha dica, não é conselho: estudem, estudem e estudem, e estudem mais um pouco, leiam muito, cuidem do seu repertório. Provavelmente vossos avós e pais trabalharam 40 anos na mesma profissão, provavelmente você mudarão de profissão muitas vezes  e trabalharão em algo que ainda não existe.

Segue o link: Tecnologia vai deixar 5 milhões de pessoas sem emprego até 2020, diz LinkedIn

Abraços e bom estudo!

 

Dias Dos Pais. A Decadência da Cultura Ocidental

Fonte - Blog do Stephan Kanitz: http://blog.kanitz.com.br/dias-dos-pais/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+stephen_kanitz+%28Blog+do+Stephen+Kanitz%29

Metade das famílias americanas não irão festejar o Dia dos Pais.

Isso porque papai está morando com outra, e celebrando com os filhos dela.

Vendo o respeito que os quatro filhos do Trump têm de seu pai, comecei a pensar se essa não é a causa da decadência do Ocidente, que está ocorrendo a olhos vistos.

Filhos que não veem em seu pai um modelo a ser seguido, começam a vida com um problema.

Um grave problema!

Nascem perdidos, à procura de um modelo que não encontraram em casa.

E daí, podem cair nas graças de movimentos espertos que caçam jovens perdidos por aí: igrejas espertas, marxistas espertos, anarquistas e nihilistas.

O movimento feminista, no fundo, no fundo, não é um movimento a favor da mulher e sim um movimento contra o marido, o pai.

Um estudo científico, que li quarenta anos atrás, dizia que apesar da mãe estar muito mais presente, de cuidar da criança como ninguém, no fundo os filhos seguem os valores do pai.

Uma injustiça sem dúvida, mas explica muita coisa que as feministas odeiam.

Hoje, filhos e especialmente filhas são levados a não respeitar os pais, e muitos pais perdem facilmente o respeito dos filhos.

Filhas perdem o respeito para sempre de pais que traem a mãe delas, e com razão, e assim por diante.

Noventa por cento dos negros americanos não têm um pai presente, devido a um bolsa família dado pela esquerda americana para a mãe solteira.

No desespero, muitos negros abandonam seus filhos e filhas para que esses possam ter o bolsa família americano que é maior do que um negro ganha.

Marta Suplicy criou uma lei que proíbe o termo pai, para não constranger as famílias de lésbicas.

Logo logo vão suprir o próprio Dia dos Pais, um dos poucos dias do ano em que filhos e filhas paparicam hoje em dia os seus pais.

Sorte têm os poucos filhos de hoje que podem olhar para o pai com orgulho.

Que civilização sobrevive sem heróis a serem seguidos?

Se queremos salvar a decadência da cultura ocidental, seja um pai que se possa orgulhar todo dia do ano.

Não somente pelos seus filhos, mas pela sua esposa e comunidade.

Conselho de amigo.

Último fabricante de videocassetes anuncia fim da produção

Fonte - Revista Exame: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/ultimo-fabricante-de-videocassetes-anuncia-fim-da-producao

Fita cassete (VHS)

VHS: a Funai chegou a vender 15 milhões de aparelhos de videocassete VHS por ano

A companhia japonesa Funai Electric, a última que ainda fabricava videocassetes, anunciou o fim definitivo da produção do aparelho, que, durante décadas, esteve presente em milhões de lares de todo o mundo.

A companhia justificou sua decisão pela forte queda das vendas e deixará de fabricar no fim deste mês os videocassetes VHS em sua fábrica da China.

“Uma empresa que estava fabricando componentes para nós disse que era muito difícil continuar produzindo-os com um nível tão baixo de vendas e decidiu parar a produção, o que nos levou a tomar nossa decisão”, disse nesta sexta-feira um porta-voz da companhia.

A Funai chegou a vender 15 milhões de aparelhos de videocassete VHS por ano, um número que em 2015 foi de apenas 750.000.

Nos últimos anos a companhia vendia a maioria de seus VHS na América do Norte, alguns com a marca Sanyo.

Os videocassetes se tornaram muito populares nas décadas de 1970 e 1980, mas foram substituídos progressivamente pelos DVDs e serviços de streaming.

Após a decisão da Panasonic há alguns anos de deixar de fabricar estes aparelhos VHS, a Funai era a última empresa que os produzia.

A Sony havia abandonado, por sua vez, em 2002 a produção de gravadores Betamax e no ano passado anunciou que deixaria de fabricar as fitas deste sistema, rival do VHS.

 

Pessoas que leem livros todos os dias vivem mais

Fonte -Revista Exame: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/pessoas-que-leem-livros-todos-os-dias-vivem-mais

São Paulo – Uma sessão diária de leitura com duração de 30 minutos. De acordo com um estudo da Universidade de Yale, dos Estados Unidos, é disso que você precisa para viver 23 meses a mais do que quem não tem o hábito de ler livros.

Os pesquisadores da escola de saúde pública da universidade concluíram que quanto mais as pessoas leem, mais chances elas têm de ter a vida prolongada – mas três horas e meia por semana foi o período considerado o suficiente para a medida tenha o impacto positivo prometido.

Os novos resultados corroboram com outros estudos que ligam a leitura de livros a ajudar a manter o cérebro ativo e saudável.

A leitura de romances “treina” as regiões de processamento de linguagem do cérebro, criando um efeito chamado “engajamento cognitivo“. Pesquisas da Universidade de Harvard e da Universidade de Emory (Atlanta) suportam essa teoria.

O estudo da Universidade de Yale envolveu 3.635 pessoas com idades de 50 anos ou mais. A expectativa de vida maior registra entre as pessoas que liam ou não foi avaliada com base na probabilidade de morte constatada por métodos que não foram publicamente detalhados.

Pessoas que liam mais de três horas e meia por semana apresentaram 23% menos chances de morte, enquanto as que liam até três horas e meia por semana apresentaram 17% menos chances de falecer do que as pessoas que não praticavam a leitura com regularidade.

Agora, os pesquisadores irão analisar os efeitos de livros de fição e não-fição, bem como dos livros digitais e dos audiolivros na saúde humana.